
Há uma antiga lenda Sioux que adoro partilhar com quem acompanho em coaching.
Conta-se que, há muito tempo, o Criador quis esconder algo dos seres humanos: algo valioso, que só deveriam encontrar quando estivessem prontos. Reuniu-se com todas as criaturas para lhes pedir conselho sobre onde o esconder.
A águia disse: "Dá-mo a mim, levo-o para o pico da montanha mais alta." Mas o Criador respondeu: "Não, um dia eles conquistarão a montanha, e vão encontrá-lo lá."
O salmão disse: "Deixa comigo, escondo-o no fundo do oceano." E o Criador respondeu: "Não, os humanos são exploradores por natureza, chegarão lá também."
O búfalo disse: "Eu enterro-o no coração das grandes planícies." E o Criador respondeu: "Não, um dia a própria terra será escavada, e vão encontrá-lo."
Ninguém sabia já o que sugerir, até que uma velha toupeira cega disse: "Porque não o colocas dentro deles próprios? É o último sítio onde iriam procurar."
E assim foi feito.
Penso muitas vezes nesta lenda quando trabalho com líderes e equipas. Procuramos respostas lá fora, num curso, numa técnica nova, numa pessoa que nos diga o que fazer, quando, muitas vezes, aquilo que precisamos já está dentro de nós. Só ainda não paramos para olhar.
O papel de um coach não é dar essa resposta. É fazer as perguntas certas, para que a pessoa chegue ao último sítio onde iria procurar, dentro de si mesma e descubra que já lá estava.
E tu, já paraste para procurar aí?
Publicado originalmente no LinkedIn.

Há dias perguntei-me: como se descreve a luz a alguém que nasceu cego?
Só é possível por analogia, por pontes construídas com aquilo que essa pessoa já conhece. Nunca será a experiência real — mas pode ser um caminho até ela.
E pensei: não será esta também a condição de muita gente hoje em dia?
Não por falta de capacidade, mas por escolha. Pessoas que têm todas as ferramentas para ver, para compreender, para crescer — e preferem manter-se na escuridão do "já sei", do "não preciso", do "está bem assim".
A diferença é crucial: quem nasce cego não escolheu a escuridão. Quem se recusa a aprender, escolhe-a todos os dias.
É por isso que, tanto para treinar uma IA como para treinar a nossa própria mente, o código mais valioso não é a informação — é a CLAREZA. Clareza sobre o que queremos, sobre o que evitamos ver, sobre o que nos impede de dar o próximo passo.
Sem clareza, até a melhor informação do mundo bate à porta e ninguém abre.
A pergunta que fica: o que é que, hoje, escolhes não ver?
Superar o medo de tomar decisões pode ser desafiador, mas aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:
🔥 Entender a fonte do medo: identifique as razões subjacentes para o medo de decidir. Compreender as origens pode ajudar a enfrentar essas preocupações de maneira mais direta.
🔥 Aceite a incerteza: reconheça que a vida é cheia de incertezas, e nem todas as decisões terão resultados previsíveis. Aceitar essa realidade pode reduzir a pressão sobre a tomada de decisões.
🔥 Dividir em etapas menores: divida decisões maiores em etapas menores e mais fácil de gerir. Isso facilita o processo e torna-o menos assustador.
🔥 Ponderar sobre as consequências: avalie as possíveis consequências das decisões que vai tomar, mas evite a paralisia pela análise excessiva. Lembre-se de que os ensinamentos muitas das vezes ocorrem através da experiência.
🔥 Confie nos seus instintos: Confie na sua intuição e conhecimento. Muitas vezes, as suas primeiras impressões são valiosas, e a confiança em si mesmo pode reduzir o medo.
🔥 Aprenda com experiências passadas: reflita sobre as decisões anteriores e aprenda com elas, isso pode aumentar a sua confiança e a capacidade de enfrentar futuras escolhas.
🔥 Foque no crescimento pessoal: veja cada decisão como uma oportunidade de aprender e crescimento pessoal, independentemente do resultado. É natural e normal sentir algum nível de apreensão ao tomar decisões, mas desenvolver habilidades para enfrentar esse medo pode abrir portas para novas oportunidades e crescimento pessoal.
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Caímos, tropeçamos, erramos. Faz parte da nossa jornada. Mas é nos momentos da queda que encontramos as maiores oportunidades de crescimento. Aprender a lidar com os fracassos é fundamental para construirmos uma vida mais resiliente e plena.
👉 A importância do erro ➡ O erro não é um fracasso, mas sim uma oportunidade para aprendermos. É através dos erros que descobrimos novas formas de fazer as coisas e desenvolvemos as nossas competências.
👉 A resiliência como força ➡ A capacidade de se levantar após uma queda é o que nos torna mais fortes. A resiliência ajuda-nos a superar desafios e a alcançar os nossos objetivos.
👉 O medo do fracasso ➡ Muitas vezes, o medo do fracasso paralisa-nos e impede que alcancemos o nosso potencial. É importante entender que o fracasso é uma parte natural da vida e que não devemos deixar-nos abater por ele.
O meu novo projeto de educação financeira, estará presente nas redes sociais, youtube e em www.investeemti.com. Veja a breve apresentação do projeto
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